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LIDERANÇA



Como Assassinar um Líder da Igreja

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"Não toqueis nos meus ungidos, nem maltrateis os meus profetas” Sal. 105:15

Nós, os pastores, não somos seres sobrenaturais, irrepreensíveis, perfeitos. Exercemos, no entanto, um ofício sagrado por escolha divina. Fomos ungidos para isso.

O pastor é um homem que escolheu sofrer com o povo de Deus, por isso Deus o tem em alta estima, e adverte:

"Não toqueis nos meus ungidos, nem maltrateis os meus profetas” (Sal. 105:15).

Saul foi rejeitado por Deus no início do seu reinado e reinou por 40 anos. Davi respeitou a unção de Saul, mesmo diante do comportamento insensato deste.

Um líder deve ser respeitado, mesmo que não concordemos com suas atitudes ou decisões. Melhor seria ajudar, orar por ele, quando seu comportamento seja discutível. É esmagadora a carga que levamos, por isso devemos ajudar uns aos outros levá-la, e não torná-la ainda mais pesada.

Os Fariseus, líderes em Israel eram peritos em colocar obstáculos no trabalho de Jesus. Moisés desgastou-se com a murmuração de outros líderes e quase sucumbiu ao "stress". Paulo sofreu pressões tremendas e agressões morais, de "crentes" não convertidos, principalmente do famoso Alexandre, o latoeiro.

Satanás sabe que, se conseguir destruir e desanimar os líderes, terá destruído a Igreja. Serve-se de crentes carnais, não convertidos, para alvejar os condutores da igreja. Mas se alguém quer mesmo matar algum líder da igreja, segue algumas dicas:

1. Atire nele: Basta apenas manter a arma carregada e o dedo no gatilho. Esta arma‚ a língua, a crítica impiedosa. Melhor‚ atirar pelas costas. Falar mal dele quando não estiver por perto.

2. Envenenamento: Para isto basta apenas um pouco de hipocrisia. A lisonja, o elogio imerecido. Colocá-lo numa falsa moldura de apreciação. Ele pensará que é insubstituível e que a igreja não pode caminhar sem ele. É um meio lento de matá-lo, mas funciona.

3. Decapitação: Corte-lhe a cabeça, negando qualquer tipo de cooperação. Você já imaginou o que acontece com ele, se outros seguirem seu exemplo?

4. Esmagamento: Sobrecarregue-lhe. Deixe tudo por conta dele, não faça nada, afinal ele não foi eleito para isto?

5. Stress: Arranje bastante problema para ele. Crie situações irritantes para tirar-lhe o sono e a tranqüilidade.

Como você vê, há muitas maneiras de assassinar um líder. Entretanto a Bíblia manda respeitar os "ungidos do Senhor", e o Espírito de Profecia é taxativo: "Coisa alguma ofende tanto ao Senhor como um ato que prejudique os que Lhe estão fazendo o serviço”. 2TS, 381.

"Não critiqueis os que arcam com o peso da responsabilidade. Não sejam as vossas conversas envenenadas em vosso lar pela crítica aos obreiros do Senhor". 3TS, 172.

Entretanto, o texto mais impressionante da pena inspirada é este: "Acusar e criticar aqueles que Deus está usando, é acusar e criticar ao Senhor que os enviou". TM, 466.

A verdade é que todos que estiverem interessados em assassinar um líder estarão, ao mesmo tempo, desejando a destruição da Igreja.

Você já orou por algum colega de trabalho? Você já orou por algum líder hoje?

 

O MINISTÉRIO JOVEM HOJE... E AMANHÃ

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Salvação e ServiçoO número de jovens adventistas no mundo, até os 30 anos de idade, era de aproximadamente 5.500.000 no final de 1994. Destes, um milhão são Desbravadores. Temos mais de quatro milhões de jovens adventistas na faixa dos 16 aos 30 anos.
Muitos desses jovens comprometeram-se a cumprir a missão da igreja. Eles a vêem como a sua igreja. Não desejam dominar, mas querem ser aceitos como iguais, partilhando as responsabilidades e os privilégios da condição de membros da igreja. A despeito das atitudes dos membros adultos, dos sinais indefinidos de apoio por parte de pastores e líderes, e das pesadas pressões da sociedade moderna e de seu sistema humanista de valores, muitos desses jovens estão ansiosos por envolver-se na missão da igreja.
Setenta e cinco por cento de todos os projetos atuais da Missão Global em regiões novas ou não penetradas até há pouco tempo, envolvem jovens. Em 1993, o Ano do Evangelismo Jovem, a juventude realizou 100.000 projetos evangelísticos e alcançou seu alvo de 400.000 batismos.
Os jovens construíram esta igreja. São responsáveis por seu atual crescimento e, no futuro, para que se complete nossa missão e se conclua a obra, os jovens precisarão estar envolvidos. E a juventude está disposta a envolver-se. Essa participação deve ser intensa. Atos administrativos sem as correspondentes mudanças de atitude, praxes e orçamentos serão vistos pelos jovens exatamente como são — simplesmente retórica. Isso apenas servirá para solapar a frágil credibilidade que a igreja goza atualmente entre sua juventude.
Os jovens estão pedindo que alarguemos nossa visão para enxergar a igreja e o envolvimento através dos olhos deles. Nossa definição de envolvimento precisa ser ampliada. Para os jovens, significa entrega total a uma causa na qual são sócios. Envolvimento, para eles, quer dizer dar-se a uma causa pela qual vale a pena viver -- e morrer. Significa assumir cargos em todas as atividades da igreja, servindo-a em comissões e subcomissões, ensinando nas unidades da Escola Sabatina, pregando sermões, ajudando a financiar a missão da igreja e sendo parte dela como abelhas operárias. Envolve também usar a energia e os talentos no serviço voluntário em projetos de duração curta ou longa, dentro e fora do território de sua Divisão.
Hoje é tempo de reavaliarmos o ministério em favor dos jovens de nossa igreja. A atitude atual dos administradores e membros da igreja se reflete no interesse e nos atos de nosso presidente da Associação Geral, Robert Folkenberg. Em combinação com os votos do Concílio Anual da Associação Geral em outubro de 1992, vemos diante de nós uma oportunidade única.
O estabelecimento da Comissão da Associação Geral encarregada de tratar da área jovem e das subcomissões nas Divisões mundiais, bem como os relatórios daquela comissão e a estréia dos gabinetes jovens da presidência em todos os níveis da organização da igreja, proporcionaram um fórum muito necessário para o exame do ministério jovem e das questões concernentes à juventude. Esse enfoque há tanto tempo esperado sobre os jovens e seu ministério foi uma resposta às orações de muitos líderes e jovens ao redor do mundo. Precisamos aproveitar agora essa oportunidade. Considerar os votos do Concílio Anual e as conclusões da comissão encarregada de estudar a problemática jovem como sem importância, ou ainda deixar de agir em conformidade com eles, resultará em desperdiçar nossa iniciativa e em subestimar a importância atribuída a esses votos pela igreja mundial como um todo.
Nossa credibilidade, tanto aos olhos dos jovens como dos administradores, está em jogo. Este não é o momento de pensar sobre o que poderia ter sido. É hora de tornar realidade a nossa visão sobre o ministério jovem. Para tanto, precisamos examinar alguns pressupostos implícitos.

1. O ministério jovem precisa de remodelação. Esse fato deve ser visto pessoalmente por todos os participantes como uma necessidade real.
2. O ministério jovem não pode continuar como está. Não é hora de autopiedade nem de louvor próprio. Está em jogo a vida dos jovens. Não podemos viver no passado. A igreja e o mundo não são os mesmos de ontem. As prioridades e as condições mudaram. Precisamos adaptar nossos recursos para enfrentar as necessidades e os desafios de amanhã. Prolongar a situação atual promoverá a erosão do ministério.
3. O tempo do fim é agora -- não no futuro. Faz tempo que a profecia o predisse. Devemos dizer: "Se Cristo vier enquanto estou ocupando este cargo ou posição, que diferença terá causado o meu ministério junto aos jovens?"
4. A igreja tem apenas um objetivo -- salvar pessoas.
5. Não estamos aqui para começar a obra; estamos aqui para concluí-la. Deve haver senso de urgência. Nenhuma outra geração teve este privilégio. Este é o dia que os pioneiros da igreja quiseram ver.
6. A chuva serôdia está caindo e as pessoas se unem para dar-se a si próprias e a seus recursos. Os jovens fazem parte da igreja e devem também ocupar seu lugar.
7. Precisamos atuar com rapidez e preparar a juventude para o que está por vir e para receber a seu Senhor.

A igreja, incluindo seus administradores, está levando a sério a necessidade de reestruturar e reedificar o ministério jovem. A esse respeito, devem-se observar os seguintes pontos:

1. Se nosso alvo é a salvação da juventude, então nossa ênfase deve ser espiritual.
2. Devemos redefinir nossa motivação e nosso desejo de mudança. Reconhecer uma necessidade, sem o desejo correspondente de supri-la, significa muito pouco. Nossa motivação deve ser profunda e genuína. Devemos ter um zelo ardente pela salvação dos jovens.
3. Nossa ênfase deve estar voltada para o ministério, e não para a mecânica da administração do programa. Precisamos mais uma vez focalizar os legítimos objetivos e funções do ministério jovem.
4. O plano estratégico resultante, para que se reestruture e reedifique o ministério jovem, deve constituir um esforço conjunto de envolvimento e participação em todos os níveis da organização da igreja.

Se os jovens são a igreja de hoje, e se a salvação é o que realmente importa, então a urgência exige que as mudanças sejam profundas, e não apenas de efeito cosmético.
Precisamos levar a sério estes votos, examiná-los cabalmente e começar de imediato sua execução. Nosso argumento é que, embora seja inquestionável a atual disposição da juventude para envolver-se e a sua contribuição para o crescimento da igreja esteja bem documentada, a qualidade do ministério jovem se deteriorou. Há motivos e muitos fatores que contribuem para isso, mas demorar-se na documentação de problemas sem encontrar e executar as soluções é um exercício de futilidade. E esses problemas já foram bem catalogados.
Pesquisas realizadas pela igreja em muitas partes do mundo pela Associação Geral, Divisões Sul-Americana e Transeuropéia, e em particular o relatório da Divisão Norte-Americana e do Sul do Pacífico, concordam em que precisam ser feitos melhoramentos. Estamos fracassando na conservação de nossos jovens. Muitos de nossos membros, jovens e líderes percebem que a qualidade do ministério oferecido pela igreja deteriorou-se ou deixou de suprir as atuais necessidades da juventude dentro das condições instáveis da sociedade. É tempo de fortalecer e, se necessário, reestruturar e reconstruir o ministério jovem em todos os níveis da organização eclesiástica, desde a igreja local até a Associação Geral.
O atual envolvimento dos jovens e o crescimento da igreja, entretanto, não contam a história toda. Temos realizado uma grande obra, mas há uma vasta oportunidade para melhoramentos. Nenhuma Divisão está isenta de críticas. A média mundial de apostasia de jovens nascidos e criados na Igreja Adventista é de aproximadamente cinqüenta por cento. Apesar dos atuais esforços por reter nossos jovens, considerando a presente taxa de crescimento e a apostasia da juventude, entre 1990 e o ano 2000 deveremos perder um milhão de jovens. Para controlar essas trágicas perdas e obter da juventude um envolvimento e compromisso maior, serão necessários amplos esforços.
Embora seja verdade que algumas Divisões têm maior interesse pelos jovens e revelam mais envolvimento por parte deles, a crítica e a avaliação continuam válidas para todas. Estamos acertando com cinqüenta por cento dos jovens — mas e os restantes?
Sabemos de algumas coisas que precisam ser feitas.
Numa igreja local que tenha uma ativa sociedade de jovens, um clube de Desbravadores, Escola Sabatina para jovens e onde a juventude freqüente escolas da igreja, a conservação dos jovens nascidos e criados dentro de famílias adventistas melhora — o índice de retenção aumenta de cinqüenta para mais de oitenta por cento. Nos lugares onde não há um programa para a juventude na igreja local, os dados se invertem e conseguimos reter menos de vinte por cento dos nossos jovens.
Em outras palavras, se não fizéssemos nada mais além de oferecer um ativo ministério jovem em todas as igrejas locais, aumentaríamos nossa taxa de conservação da juventude em trinta por cento. Isso significaria quase dois terços de um milhão de jovens a mais, salvos da apostasia, por volta do ano 2000.
Essa foi a razão para dois votos do Concílio Anual de 1992.

1. A indicação de especialistas em juventude em todos os níveis da or¬ganização eclesiástica, desde a igreja local até à Associação Geral, e
2. O estabelecimento de uma organização jovem em cada igreja.

Isso, entretanto, não solucionará por si todos os problemas. O funcionamento do ministério jovem em todos os níveis da organização, incluindo a igreja local, deve combinar-se com a reestruturação e a reedificação do ministério jovem. A organização deve não apenas existir -- ela precisa também ser eficiente. A filosofia para o ministério jovem precisa ser examinada e deve refletir-se em nossos programas, atitudes, atividades e currículo; em nossos recursos, orçamentos, na liderança e no treinamento, bem como em nossas organizações. Precisamos tomar novas iniciativas e adotar abordagens que salvem os jovens e os envolvam no cumprimento da missão da igreja. Temos tempo para fazer isso apenas uma vez; façamo-lo, portanto, da maneira correta logo de início. Cabe a todos nós essa iniciativa, bem como o plano estratégico para sua implementação. Devemos ser práticos, mas também visionários. Precisamos cumprir a tarefa, salvar nossos jovens, completar a missão da igreja e levar nossa juventude para dentro do século XXI, bem equipada e desafiada a enfrentar as complexidades da sociedade, conservando-lhe a segurança em Cristo.
É disso que tratam os votos. E eles exigem nossa atenção imediata.

 

NOSSOS VALORES

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Nossos Jovens

Nossa primeira responsabilidade é com os nossos jovens que devem receber nosso apoio e orientação para firmar sua fé em Jesus como seu Salvador pessoal, e usarem seu potencial para Cristo.

Nossos pastores
Reconhecemos nossos pastores como um valioso recurso e apoio, e respeitamos suas habilidades ao atuarmos de maneira harmoniosa na salvação dos jovens.

Nossa Comunidade
Desenvolveremos atividades para melhorara qualidade de vida da comunidade mais próxima de nossa igreja. Apoiaremos também iniciativas de outras organizações de caráter civil.

Nosso Futuro
Procuraremos manter elevado os ideais do Departamento JA afim de proporcionar programas que capacitem a Sociedade JA local a ser uma verdadeira ferramenta pra melhorar o nível do ministério jovem no cuidado da juventude.

Nossa Igreja
Apoiamos, defendemos e aceitamos os valores ensinados pela Igreja Adventista do Sétimo Dia, em seu trabalho de salvar os jovens e prepará-los para a missão da igreja.

Nosso Deus
Adoramos a Deus ao demonstrar amor e carinho através do ministério a favor dos jovens.

Última atualização ( Qua, 27 de Janeiro de 2010 12:09 )
 

GERAÇÃO ESPERANÇA - DESAFIOS 2010

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Geração Esperança - Desafios 2010

“Nós podemos fazer pouco, mas Deus vive e reina, e Ele pode fazer muito. Os jovens são nossa esperança para a obra missionária.” Fundamentos da Educação Cristã, pág. 320.

Como você viu acima, GerAção Esperança será o poderoso e significativo slogan espiritual e motivacional para os 8 países que compõem a Divisão Sul-Americana. O tema GerAção Esperança tem tudo a ver com o programa da igreja no continente sul-americano para 2010. A GerAção Esperança tem prazer em servir!

Esperança é a palavra de ordem nos projetos da igreja me qualquer lugar, não importa qual seja o departamento. A Palavra de Deus garante: “Há esperança para o teu futuro, diz o Senhor...”(Jer. 31:17). O Futuro da juventude vem das marcadas mãos de Deus – nosso Criador e Mantenedor. Vivendo o desafiador ano de 2010 nas asas da esperança, vamos então, aos desafios do Ministério Jovem para o primeiro trimestre.

Ano Bíblico

A Bíblia é a base da vida de qualquer jovem cristão que deseja o céu e a eternidade. A Bíblia é a única segurança para a juventude atravessar de forma segura qualquer crise espiritual. É a Bíblia na Mao e Jesus no coração – Comunhão e Missão Prática.

O jovem que faz da Bíblia o seu mapa diário terá inevitavelmente o céu como destino. Onde você pode encontrar segurança para o seu futuro? Onde você está “lendo”o seu futuro? A que vozes está escutando diariamente? Será que é a voz da Internet, do Orkut, do Messenger ou da Televisão? A Bíblia aberta é sempre uma oportunidade de interatividade com Jesus.

“A Bíblia é a voz de Deus falando-nos, tão certo quanto se a pudéssemos ouvir literalmente.”Ellen G. White.

Em 2010, mais uma vez, estaremos promovendo e apoiando o ano bíblico para todo juventude Sul-Americana. Serão milhares de guias de leitura da Bíblia para a moçada espalhados como folhas de outono.

Desafie os juvenis e jovens da sua igreja a terem um plano de leitura diária da Bíblia. Para o grande evangelista D. L. Moody. “A Bíblia não nos foi dada para aumentar o conhecimento, mas para mudar a nossa vida.” Precisamos fazer uma revolução continental para a Bíblia e pela Bíblia. Que a nossa GerAção Esperança na América do Sul volte a viver o lema da reforma protestante do século 16. “Sola Scriptura” – Só a Bíblia!

AcampVerão – Retiro Espiritual 12 a 17 de Fevereiro

A cada ano milhares de jovens adventistas de vários países ‘migram’ como aves em busca de um lugar de repouso espiritual e físico. Esse lugar é o retiro espiritual, um acampamento onde acontecem muitas atividades. Destacamos algumas delas:

* Programa Espiritual

Esta é a parte mais importante de um retiro espiritual. Convide um orador que tenha carisma para falar aos jovens. Se houver possibilidade, convide uma pessoa especial para cantar. Não abra mãos dos horários de cultos e deixe Deus agir nos corações.

Comece e termine cada dia com Deus no acampamento. Deixe Jesus comandar sua vida e a vida dos jovens. Você verá os resultados.

* Alimentação

A alimentação deve seguir a filosofia cristã. Evite servir alimentos cárneos. Elabore um cardápio saboroso e suculento com a turma da cozinha e você verá um grupo de jovens felizes e dispostos a serem usados por Deus.

* Atividades Recreativas

Que haja exercícios físicos em horários determinados, sem concorrer com as atividades espirituais. Tenha bastante cuidado com as competições esportivas, elas podem ‘azedar’ o acampamento. Eleja uma equipe para coordenar as atividades recreativas com a juventude.

“A recreação é necessária aos que se acham ocupados em esforço físico, e, mais ainda, essencial àqueles cujo trabalho é especialmente mental. “Conselhos aos Pais, Professores e Estudantes, pág. 346.

Curso de Leitura

Já dizia o célebre escritor Monteiro Lobato: “Um país se faz com homens e livros.” A leitura expande os horizontes intelectuais, a leitura melhora a forma de pensar e ‘ler’ os fatos da vida que fazem o cotidiano . trabalhe para montar uma biblioteca do Clube de Jovens ou da Sociedade de Jovens. Eis a relação do curso de leitura do Ministério Jovem para 2010:

Aventureiros:
Detetive Zack e os segredos na areia
Jerry D. Thomaz

Juvenis:
Como surgiram os dinossauros e por que eles desapareceram
Elaine Graham-Kennedy

Jovens:
Ainda que caiam os céus. A dramática história de um pastor que sobreviveu ao regime soviético.
Mikhail P. Kulakov e Maylan Schurch

Livro do ano de 2010

Conselhos para a igreja
Ellen G. White

Oriente os juvenis e jovens para ‘navegarem’ menos no mundo virtual, ou seja, receberem menos informação processada e pensada, que é obtida através da leitura de bons livros e boas revistas. A GerAção Esperança tem que ser diferente no seu modo de pensar e agir, por isso a boa leitura é fundamental. Não podemos ser meros refletores do pensamento de outras pessoas.

Pela graça de Cristo a GerAção Esperança vai fazer a diferença em 2010.

E não se esqueça das 3 bases da vida de um jovem cristão;

1ª Base: Bíblia na primeira hora de cada dia;

2ª Base: Oração três vezes ao dia;

3ª Base: Testemunho todo dia.

Vamos fazer 2010 o melhor ano da nossa vida e da Sociedade ou Clube de Jovens, através do poder de Deus!

Vida por Vidas

Pela primeira vez na América do Sul teremos o poderoso projeto Vida Por Vidas com cadastramento para a doação de medula óssea.

Em 2010, a meta é cadastrar cinqüenta mil jovens para possíveis doações de medula óssea em toda a América do Sul, desde a terra do fogo no extremo sul da Argentina até Pacaraima no extremo Norte do Brasil.

O dia 13 de Março será a largada inicial do projeto. Será a vez dos jovens adventistas mostrarem para o mundo todo que nós temos uma corrente do bem chamada Vida Por Vidas. Essa é a cara da GerAção Esperança, é a cara do amor e da saúde.

Sábado, um dia de esperança

O dia 15 de maio será uma explosão de missão e de celebração do dia di Senhor em todo o continente.

Será a sua vez de mostrar ao mundo inteiro que Jesus é o ‘Senhor do Sábado’ e que o sábado é o sinal de Deus entre Ele e o Seu povo peculiar (Eze 20: 12, 20).

Leve os aventureiros, Juvenis, Desbravadores, Jovens e Universitários para as avenidas, ruas, semáforos, praças, shoopings, praias, metrôs e aeroportos. Diga ao mundo inteiro: O Sábado é o dia do Senhor e o Sábado é um dia de esperança. Vamos celebrar.

Sou parte da GerAção Esperança e você?

Pr. Otimar Gonçalves
Ministério Jovem DSA

Última atualização ( Qua, 23 de Dezembro de 2009 16:12 )
 

O VERDADEIRO LÍDER JA

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altQual a característica principal do verdadeiro líder JA? Montanhas de livros sobre liderança nos últimos anos – tanto seculares quanto “evangélicos” – oferecem muitas sugestões: o líder eficaz administra bem; tem personalidade e convicções fatores; é dinâmico, eloqüente, automotivado e comprometido; aproveita bem o seu tempo; serve seus liderados; prevê e supera obstáculos; sabe ouvir... E agir; e talvez acima de tudo, ele é seguido.

Fico exausto só de pensar nesta lista. Só falta acrescentar que o líder é mais rápido que uma bala veloz e capaz de pula sobre prédios altos com um único salto. Certamente muitas destas características são desejáveis no líder – algumas, indispensáveis, mas será que o líder cristão tem de ser um verdadeiro “super-homem?” Será que, como Marta nos tempos bíblicos, temos nos “preocupado com muitas coisas”, quando “somente uma coisa é necessária” (Lc. 10:41, 42)?  Será que nos esquecemos da característica fundamental do líder cristão, aquele que alicerça todas as outras? Creio que a resposta seja “Sim!”.

Gostaria de sugerir que a marca do verdadeiro líder cristão, que o torna digno de ser seguido, é o fato de que ele anda com Deus.

Sr. Walter não era homem eloqüente. Também não era brilhante. Se não me engano, sua educação formal não passou da terceira série. Embora tivesse sido atleta de destaque na sua juventude, uma doença o deixara com uma perna 5 cm mais curta que a outra. Humanamente falando, ele não possuía quase nenhuma das características de um “Líder” nato. Por que, então, nossa classe de juvenis o seguia como se ele fosse Michael Jordan da época? De que maneira ele foi capaz de deixar uma marca tão profunda em minha vida que hoje, trinta anos depois, considero-o meu primeiro “mentor espiritual”?  A resposta é simples: Tio Walter andava com Deus. Sua humildade e paciência, seu espírito de servo, sua alegria contagiosa, eram frutos de momentos preciosos que ele investia na presença de Deus.

O que significa andar com Deus

O Velho Testamento destaca três indivíduos que “andavam com Deus”: Enoque, Noé e Abraão. O termo “andar” usado para os três aparece numa forma especial no hebraico, língua original daquela parte das nossas Bíblias. Significa que estes homens andam “para cá e para lá” com Deus. Em outras palavras, vivam na presença de Deus. O líder que quer deixar um impacto para eternidade na vida daqueles que vivem ao seu redor “pratica a presença de Deus”. Este líder não arquiva sua fé numa gaveta chamada “Sábado”. Deus não fica numa prateleira no canto do porão de sua vida, sempre perto (caso aconteça uma “emergência”), mas pouco presente, certamente não relevante para seu dia-a-dia. Andar com Deus significa viver ciente de Sua presença em toda a vida. Implica uma comunhão e dependência constante em Deus, uma desconfiança do “eu” e uma profunda confiança nEle (Pv. 3:5,6). Este líder está tão ciente da sua própria incapacidade que vive a realidade das palavras de Jesus: “Sem mim, nada podeis fazer” (Jô 15:5).
 

Por coincidência, foi um outro “Valter” que conheci muito bem que também influenciou minha vida profundamente. Foi meu avô. Baixinho e gordinho, também não era um homem muito impressionante. Nunca terminou a oitava série. Trabalhou 50 anos na mesma fábrica martelando e moldando cobre. Mas era um homem de Deus. Acordava toda manhã às 4:00 horas para gastar no mínimo uma hora com o Senhor antes de ir para o serviço. Orava diariamente por todos os seus netos para que chegassem a conhecer a Jesus. Uma vez chegou a ser preso por pregar Jesus ao ar livre. Nos anos de aposentadoria dele, eu o acompanhava quando coletava jornais velhos para vender. Vovô dava todo o dinheiro conseguido para missões. Nunca vou me esquecer do dia num shopping center, em que eu, sentado em seu colo, escutava de boca aberta enquanto ele contava a história inteira do livro de Jô. Como ele conhecia as Escrituras! Como ele conhecia a Deus!

Quais são suas motivações para orar e ler a Bíblia?

Como, então, andaremos com Deus? Muitos dariam à resposta que geralmente serve para qualquer pergunta feita na classe infantil da Escola Sabatina: “Lendo a Bíblia e orando”. Mas esta resposta pode ser simplista demais. Podemos transformar estas “disciplinas da vida cristã” em obras da carne. Não são “fórmulas mágicas” para fabricar uma vida verdadeiramente cristã, ou uma lâmpada mágica, onde habita nosso “Gênio-Deus” e que podemos “esfregar” para satisfazer nosso desejo de ser líderes bem-sucedidos. Como um pastor amigo certa vez afirmou: “Não precisamos de mais oração – precisamos mais de Deus!”

A pergunta para o líder cristão, não deve ser se ele orar ou não, mas por que ele ora. Não deve ser por que ele se vê tão carente, tão necessitado de Deus que não consegue não orar. Ele sente tanta fome de uma Palavra do Senhor para alimentar sua própria vida e a vida do seu pequeno rebanho que não consegue não ler a Bíblia. Ele se vê como uma criança recém-nascida que chora desesperadamente pelo leite genuíno da Palavra de Deus (Pe. 2:2). Leitura bíblica e oração não são questões de colocar um “X” na nossa agenda espiritual, como se Deus ficasse impressionado com nossa dedicação e disciplina. Bebês não gritam pelo leite materno para cumprir um dever na sua lista de afazeres, mas por uma questão de sobrevivência. Assim o líder cristão anda com Deus não para fabricar espiritualidade, mas por que não consegue viver sem Deus e Sua graça. Deus está em todos os seus pensamentos.

Reconhecendo nossa dependência em Deus

Em termos práticos o que faremos? Primeiro, pedir que Deus nos mostre a nossa carência, revelando-nos o verdadeiro estado do nosso coração. Mas tomemos cuidado, pois esta oração poder ser perigosa para nossa auto-imagem inflada! Somente quando abrigamos a cortina do nosso coração para revelar o egoísmo, a sujeira, a ambição, a inveja, e o orgulho, quando nos vemos como homens e mulheres necessitados, carentes da graça e da misericórdia de Deus é que vamos ter fome e sede dEle.

Em segundo lugar, firmemo-nos na graça de Deus que nos amou mesmo sabendo tudo isso sobre nós. Uma vez que reconhecemos quem somos sem Cristo é que podemos valorizar o que somo em Cristo – aceitos, amados, filhos adotados na família de Deus.

Finalmente, precisamos cultivar o hábito de desconfiar de nós mesmos e depender completamente de Jesus, vivendo na presença dEle  o dia todo, em comunhão e conversa constante com Ele sobre tudo que passa em nossas vidas. Esta, de fato, é a essência da vida cristã e da liderança cristã: aprender um pouco mais a cada dia que passa, “não eu, mas Cristo”. “Estou crucificado com Cristo, logo, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim. E este viver que agora tenho vivo pela fé no filho de Deus, que me amou, e a si mesmo se entregou por mim” (Gl. 2:20). Em outras palavras, a vida cristã não é difícil para mim – é impossível. Somente Cristo é capaz de viver a vida cristã. E Ele quer faze-lo – através de mim. Somente a vida dEle vivida através de mim fará um impacto para eternidade na vida daqueles ao meu redor. O líder cristão pode ser um “Clark Kent” com todas as habilidades de um “super-homem”, mas se ele não anda com Jesus Cristo, não adianta nada.

Infelizmente, meu nome não é “Valter”. Talvez por isso tenha tanta dificuldade em praticar a presença de Deus... Mas Deus tem muita paciência comigo, ensinando-me a cada dia pelo próprio fracasso que não é “por força, nem poder, mas pelo Seu Espírito” que a obra dEle se realiza (Zc. 4:6). Sei que, pela Sua graça, um dia chegarei lá, pois “aquele que começou boa obra em mim, há de completa-lá até o dia de Cristo Jesus” (Fp. 1:6). Mas até então, vou deixar de lado alguns daqueles livros sobre “Liderança Cristã” e focalizar um pouco mais no “Cristo” do líder. E se isso não funcionar, ainda posso mudar meu nome para “Walter”!

Última atualização ( Qui, 19 de Novembro de 2009 12:00 )
 
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