CONQUISTE SUA MONTANHA
Sáb, 17 de Julho de 2010 16:12
Pr. Mark Finley
Agora, pois, dá-me este monte de que o Senhor falou naquele dia. Jos. 14:12.
Todd Huston é um jovem notável. Todd estabeleceu um recorde mundial ao escalar o pico mais alto de cada um dos 50 Estados americanos. O recorde anterior era de 101 dias. Todd pulverizou esse recorde ao completar as 50 escaladas em 66 dias, 22 horas e 47 minutos.
A subida mais difícil foi a do Monte McKinley, no Alasca. O Monte McKinley ergue-se, majestoso, na Cordilheira do Alasca, atingindo quase 7.000 metros de altura, o ponto mais alto da América do Norte. Seu pico escarpado fica a apenas 3,5 graus ao sul do Círculo Ártico. A montanha fica perpetuamente coberta com uma camada de neve e gelo. Os alpinistas que tentaram a subida sabem que a montanha é implacável e cheia de caprichos e de humores imprevisíveis.
Uma das maiores provas de Todd ocorreu quando ele encontrou um grupo de alpinistas que descia do cume do Monte McKinley. Eles lhe disseram que havia tormentas pesadas e fortes ventos lá em cima. Todd Huston teve que tomar uma decisão. Faria a tentativa? Será que iria enfrentar aquele tremendo obstáculo com apenas uma perna? Veja bem, Todd havia perdido a perna em um acidente de esqui aquático quando tinha apenas 14 anos de idade. A fé e a coragem fizeram com que ele prosseguisse.
Algum tempo atrás, entrevistei Todd no programa Está Escrito. Perguntei-lhe como foi capaz de escalar todas aquelas montanhas, e não apenas as montanhas geográficas, mas também as montanhas do desânimo e da desilusão. A resposta de Todd foi direta. "Se você ficar olhando para suas aflições ou ferimentos e ficar focado neles, sua vida será em função disso", ele disse. "Mas se o seu foco estiver no Senhor, Ele vai ajudá-lo a superar tudo aquilo."
Aos 85 anos de idade, Calebe recusou-se dar guarida aos incrédulos à sua volta. Ele conclamou os israelitas a tomarem a terra prometida. Ele confiou em Deus e alcançou a promessa.
Com Deus, você também pode conquistar as montanhas que estão diante de você. Com Calebe e Josué, clame hoje: "Ó Deus, dá-me esta montanha", e prossiga, pela fé.
O CONFRONTO
Sáb, 19 de Junho de 2010 21:01
Pr. Alejandro Bullón
"E o menor deles disse ao seu pai..." Lucas 15:12
Tinha apenas 25 anos, mas passaria o resto de sua vida envelhecendo lentamente naquela cela fria. Todo mundo o conhecia pelo apelido de Baiano. Sua fama de delinquente violente e perigoso estava bem fundamentada em sete assassinatos. Somente dentro da prisão já havia matadoà dois presos. Estava condenado a 40 anos de prisão, e tinha outros sete casos pendentes, o que o deixava com a mínima esperança de sair livre algum dia.
Quando falou comigo, seus olhos brilhavam, tratando de esconder a emoção que sentia em seu coração. Ali estava um homem duro, agora arrasado pelos seus sentimentos.
- Pastor, ore pela minha mãe - me disse-. Ela é uma crente, acrescentou. Eu gostaria de voltar a ser um jovem. Acho que começaria tudo de novo e as coisas seriam diferentes.
Você já percebeu que quando se é jovem, se tem a impressão que a juventude não vai terminar nunca? Que parece que as oportunidades sao eternas? Que a energia , a saúde,e a força estarão sempre a nossa disposição? "Basta dar um grito, extender a mão, e eles virão correndo", pensamos. Mas o tempo nos mostra dolorosamente que não é assim, e que essa etapa da vida vai e não volta nunca mais. Na parábola do filho pródigo, o Senhor Jesus aponta " e o menor deles", tratando de mostrar-nos de alguma maneira a importância das decisões nessa época da vida.
Existe, no coração humano, um sentimento que durante a juventude se acentua, levando-nos às vezes a busca permanente e sem sentido. É o desejo pela liberdade. "Quero ser livre!", clama o coração do jovem. "Nada de barreiras nem proibições. Quero uma terra sem fronteiras."
O jovem quer conhecer e provar de tudo. Às vezes basta com que alguém diga "não toque isto" para que ele queira se entregar com mais ansiedade as águas fascinantes do desconhecido. Se alguém diz que as drogas o estragarão, o jovem não aceita. "Por que?" - pergunta-. Quero provar eu mesmo. Como vou saber se me faz mal se nunca provei? "Milhares de pessoas morrem anualmente vítimas de câncer nos pulmões. Nao é necessário ser religioso para saber que o tabaco acaba com a saúde, mas o jovem pergunta: "como vou saber que o cigarro faz mal se nunca me deixaram prová-lo?"
De repente todas as atrações do mundo parecem irresistíveis. Lá fora não existe discriminação, não existe moral. "Tudo depende da cabeça de cada um", dizem os defensores da vida sem compromisso. "Sexo antes do casamento? Nao há nada de mal nisso. Nao foi Deus quem criou o sexo?
O amor é maravilhoso! O que não se deve fazer é sair com uma menina diferente a cada semana, mas se a menina é a sua única namorada, qual é o problema?" "O cinema? Por que não? Existem cinemas aonde a reverência é melhor que em muitas igrejas. O filme? Isso nao é problema; escolha um filme bom. E a bebida? O que tem de tão ruim? É só não exagerar. Um pouco socialmente não tem nada de mal; o que se tem que cuidar é de não cair no vício e se transformar num alcólatra."
Não é mais ou menos assim que racionalizamos? " Por que viver angustiados, cheios de proibições? Deixa essa idéia de cristianismo; a religião te transforma em uma máscara, ou um disfarce. Deixa isso pros velhos, primeiro vive a vida. Depois que você tenha conhecido e experimentado tudo, você pensa em Deus. Foi isso que aconteceu com o filho da parábola. Um dia confundiu as coisas e pensou que o pai cortaria sua liberade, que o pai queria mante-lo sempre subjulgado e sem personalidade. E então pensou: "chega de normas e regulamentos, eu quero ser livre."
Quanta razão tinha Jesus quando disse "e o menor"! As estatísticas mostram que a maioria dos que abandonam a igreja, o fazem entre as idades de 12 a 18 anos, ou seja, sempre são os "mais jovens" da parábola. Mas isso não tem a ver somente com a idade física; tem a ver também com a idade espiritual. Existem pessoas que aceitam Jesus e a Sua igreja com um entusiasmo incrível e logo nos primeiros anos do seu crescimento espiritual, sentem o desejo de "tornar-se livres" de viver "sem os limites que a igreja impõe" sem proibições e sem normas. Por que isso acontece? Claramente, porque confundimos o cristianismo, porque pensamos que ser cristão é apenas deixar de fazer as coisas más e começar a fazer coisas boas. Nos esquecemos que a obediência sem uma boa relação pai-filho não têm nenhum valor. Então deixamos de amá-lo como um Pai de amor e começamos a servi-lo como um ditator. Deixamos de ser filhos e viramos escravos.
No começo da nossa experiência cristã, mesmo não existindo tal relação, ainda assim, com um pouco de força de vontade e domínio próprio, conseguimos cumprir todas as coisas. Mas com o decorrer do tempo, começamos a sentir o peso das normas, que sem Cristo não têm vida. Viver sem Cristo, atormentados por observar, sem ajuda, um padrão de vida que nós mesmos temos ecolhidos, produz uma frustração interior. Então nos perguntamos: "Aonde está a bendida paz que tanto falam?" Além do mais, sentimos a pressão externa devido a nossa força de fé. Os amigos e os familiares nos dão as costas, e muitas vezes dão risada de nós. Por outro lado, sentimos também a pressão interna, produto da exigência que nós fazemos de viver por nós mesmos a altura dos princípios que conhecemos.
Chega um momento nesse tipo de experiência cristã, quando Deus passa a ocupar o último lugar. Primeiro é a igreja, as normas, as coisas que podemos e que não podemos fazer, e não sobra tempo para Cristo. Estamos tão preocupados em fazer coisas para Ele, que nos esquecemos de parar e conversar com Ele, de nos relacionarmos a cada minuto, e enriquecer nossa comunhão com Ele. Essa maneira de encarar a vida cristiã nos leva, finalmente, a conclusão de que a única coisa que o cristianismo fez foi cortar a nossa liberdade. Então nos transformamos em cristãos somente para cumprir as coisas e não para nos deleitarmos do companheirismo com Jesus.
Dalí a querer voltar a "terra da liberdade" é só um passo. E qualquer motivo será o pretexto que nos faltava. Se alguém nos olhou diferente, ou não nos cumprimentou, ou falou mal do nosso trabalho; qualquer coisa, por mínima que seja, será motivo suficiente para quebrar nossa relação com a igreja, porque nossa relação com Cristo já havia acabado faz muito tempo. Ninguém abandona Jesus de um hora pra outra. Isso é um processo lento e doloroso. É um processo que inclui sofrimento e lágrimas. Primeiro, frustração porque não conseguimos cumprir o que se esperava de nós, depois remorso, desespero, novas tentativas sem sucesso, e finalmente o abandono da igreja e o vazio da alma.
O que aconteceu com o filho menor da parábola? Juntou suas coisas e partiu, sem que ninguém soubesse? Ou procurou o pai antes para ter um diálogo aberto e sem rodeios? Qual foi a atitude do pai? Como Deus nos trata quando questionamos sua autoridade? Veja na semana que vem...
http://www.ministeriobullon.com/portugues/colunas/salsa/coluna11.htm
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Última atualização ( Sáb, 19 de Junho de 2010 21:45 )
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JESUS EM PAPEL DE EMBRULHO
Sex, 14 de Maio de 2010 22:33
Meditação Diária - Rubem M. Scheffel
As raposas têm seus covis, e as aves do céu, ninhos; mas o Filho do Homem não tem onde reclinar a cabeça. Lucas 9:58
O pastor George Vandeman, já falecido, conta que um dia, o Sr. Ari Winston, famoso avaliador de diamantes, estava muito agitado. E agitada estava também a multidão que se havia aglomerado em volta dele. Ele havia comprado um dos mais famosos diamantes do mundo. E esperava a entrega da valiosa pedra a qualquer instante.
Em meio à multidão achavam-se amigos, repórteres e curiosos, todos ansiosos por ver pela primeira vez o famoso diamante. Todos aguardavam o carro blindado e a escolta policial que faria a entrega. A segurança seria, sem dúvida, a maior possível.
Um homem, em uniforme de carteiro, tentou abrir caminho por entre a multidão, mas foi empurrado para fora. Ninguém queria que lhe desviasse a atenção da chegada da fabulosa gema. E a multidão crescia. Algumas pessoas mantinham olhares vigilantes na rua, prontas para anunciar a chegada da escolta armada.
O carteiro tentou novamente abrir caminho em meio ao povo. Segurava nas mãos um pacote enrolado em papel de embrulho e amarrado com barbante. Disse que precisava entregá-lo ao Sr. Winston. Imaginem! Quem era ele? Algum idiota querendo que seu nome saísse no jornal?
Finalmente, mais por irritação do que por cortesia, eles deixaram que o teimoso carteiro passasse. O Sr. Winston tomou o pacote nas mãos, olhou o remetente, e soltou um grito. Com as mãos trementes, rasgou o papel de embrulho que envolvia uma pequena caixa. Então abriu-a e suavemente ergueu o precioso diamante para que todos o vissem.
Por alguns instantes todos permaneceram em silêncio. Como é que uma maravilha dessas podia chegar desse jeito, em papel de embrulho?
Há dois mil anos ocorreu algo semelhante. O povo estava aguardando ansiosamente o Messias. Eles esperavam que Ele chegasse em glória e majestade, acompanhado por uma escolta de anjos, Se assentasse no trono de Davi e sacudisse o jugo romano. Mas eles não podiam imaginar que Ele viesse em papel de embrulho!
E como o povo estava mais interessado na beleza da embalagem do que na beleza de caráter, eles “não O receberam” (Jo 1:11).
Aceitemos agora, pela fé, o sacrifício do “homem de dores”, para que Ele nos receba quando vier “na glória de Seu Pai, com os Seus anjos” (Mt 16:27).
Última atualização ( Sex, 14 de Maio de 2010 23:03 )
PEGUE-A PELA CAUDA
Qua, 14 de Abril de 2010 20:26
HMSR
Mas o Senhor lhe disse: "Estenda a mão e pegue-a pela cauda". Moisés estendeu a mão, pegou a serpente e esta se transformou numa vara em sua mão. Êxodo 4:4, NVI.
Nascido escravo, condenado à morte antes de nascer, Moisés foi salvo por uma mãe amorosa que ousou desobedecer ao decreto de morte do cruel rei do Egito. Ela colocou seu bebê num barquinho escondido entre os papiros às margens do Nilo. Uma princesa descobriu-o e o adotou como filho. Deu-lhe a soberba educação de um príncipe real. Evidentemente, ele estava destinado ao trono. Mas, aos 40 anos, fugiu ao deserto do Sinai a fim de salvar a vida e lá pastoreou ovelhas por 40 anos, enquanto Israel suportava a servidão como escravo do Egito. Então, com 80 anos, quando já estava em idade de aposentar-se, Deus o chamou para começar 40 anos de serviço que mudaram toda a história.
Junto à sarça ardente, Deus o instruiu a retornar para o Egito e exigir a liberdade de Israel. Moisés não se recusou, mas ficou com medo. Sugeriu a Deus: "A menos que eu dê aos egípcios e a Israel prova por obras extraordinárias, bem como palavras, não crerão que Tu me enviaste." Assim, o Senhor ordenou que Moisés lançasse ao chão a vara que ele segurava. Ele o fez, e a vara tornou-se uma serpente. Então o Senhor disse: "Pegue-a pela cauda." Quando Moisés a pegou, transformou-se numa vara outra vez. A serpente, uma ameaça à sua própria vida, tornou-se um instrumento de libertação enquanto ele enfrentava o poderoso Faraó.
O que deu a Moisés tanta coragem? "Pela fé Moisés" voltou as costas ao trono e escolheu livrar seu povo Israel, considerando "o opróbrio de Cristo por maiores riquezas do que os tesouros do Egito, porque contemplava o galardão". Heb. 11:24-26. Moisés sabia das dificuldades que enfrentaria, mas sua fé no Messias vindouro levou-o a estender a mão e pegar a serpente pela cauda. Seja qual for a oposição, por mais feroz e ameaçadora que seja a prova, que pela graça de Deus nós também a peguemos pela cauda.
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